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Pesquisas da Syngenta demonstram que fungicidas para soja contendo o ingrediente ativo solatenol mitigam os danos causados pela anomalia
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Descrição resumida

Pesquisas da Syngenta demonstram que fungicidas para soja contendo o ingrediente ativo solatenol mitigam os danos causados pela anomalia.

Descrição completa

Antes conhecida como anomalia da soja, as doenças podridão de grãos e sementes e quebramento da haste da soja, que vêm sendo comuns durante o estágio reprodutivo da cultura, já têm explicações técnicas, e as causas e a maneira como a planta é prejudicada estão elucidadas.

Por algum tempo, o problema foi relacionado erroneamente a pragas e outros fatores, entretanto,  descobriu-se que a anomalia da soja está associada a um complexo de fungos, especialmente do gênero Colletotrichum e Diaporthe, que atacam a cultura na fase reprodutiva, e a Syngenta foi pioneira nas investigações que possibilitaram compreender o problema mais profundamente, e mais importante: foi a primeira a apresentar as soluções!

Vale ressaltar que esse trabalho de investigação começou a partir do registro dos primeiros casos de anomalia das vagens e quebra da haste de soja relatados por sojicultores do Cerrado, alertando previamente sobre os possíveis prejuízos que poderiam estar por vir.

A seguir, está relatado todo esse processo de pesquisa e a descoberta de como ELATUS®, ALADE® e MITRION® são os mais eficientes fungicidas para tratamento da anomalia da soja.

A trajetória: desvendando a anomalia da soja

Em 2019, registraram-se os primeiros relatos de problemas durante a floração e o enchimento de grãos em lavouras de soja na região central do Brasil. Por conta das graves consequências e de muita desinformação sobre as causas, a Syngenta iniciou uma investigação a respeito do que estava sendo chamado de anomalia da soja. O problema se agravou ao longo das três safras seguintes, e também foram sendo registrados mais relatos semelhantes em outras regiões do país.

Inicialmente, foram levantados os seguintes fatos sobre a anomalia da soja:

  • a anomalia estava presente tanto em áreas chuvosas quanto mais secas;
  • os principais danos eram nas hastes, nos grãos e nas sementes;
  • ocorrência de perdas muito significativas de produtividade;
  • as perdas ocorriam também após o armazenamento de grãos, em alguns casos;
  • as amostras avaliadas, colhidas em diferentes regiões e safras, continham diferentes espécies de fungos fitopatogênicos.

Reunindo os dados levantados por empresas privadas, como a Syngenta, e instituições públicas, como a Embrapa, foi possível eliminar algumas hipóteses e criar outras, a fim de encontrar a causa e uma solução para a anomalia da soja:

  • não está relacionado a pragas ou deficiências nutricionais;
  • não se relaciona diretamente com alguma cultivar específica;
  • a severidade varia conforme as condições climáticas;
  • mais recorrente em regiões quentes e úmidas;
  • áreas com plantas de cobertura têm menos incidência do que aquelas em que o cultivo ocorre em solo nu.

Os levantamentos mais recentes demonstram o seguinte cenário, pelas palavras de Paulo Assunção, pesquisador, produtor rural e proprietário da PA Consultoria, registradas no primeiro episódio da websérie “Desvendando a anomalia da soja”, disponível no canal do YouTube Syngenta Brasil:

“Quebramento [das hastes] este ano aconteceu muito pouco. Muito pontual, em área muito pequena. Já a anomalia [podridão dos grãos e das sementes] aconteceu bastante. Isso tudo, para mim, é reflexo do clima.”

O infográfico a seguir reúne as principais informações sobre os sintomas, condições favoráveis e patógenos causadores do quebramento das hastes e da podridão dos grãos na soja, a partir dos dados confirmados pelos estudos até então, possibilitando, assim, perceber as melhores alternativas para manejar o problema (tema que será discutido mais adiante neste artigo). 

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Tratamento para anomalia da soja

Ao longo dos estudos realizados para entender a podridão das vagens e o quebramento da haste, percebeu-se que havia respostas diferentes entre as áreas com tratamentos fungicidas distintos, o que aumentou a probabilidade da problemática estar relacionada a fungos causadores de doenças.

Sobre isso, Paulo Assunção, com base nas pesquisas que desempenhou ao lado da Syngenta, afirma:

“Em cima disso, foram criadas estratégias para a safra 2022/23 a partir das quais se teve muito sucesso. No compilado feito a partir do trabalho dentro da estação onde aconteceu a anomalia, a gente conseguiu observar algumas moléculas [fungicidas] que estavam tendo uma eficiência superior.” 

Nesse cenário, destacou-se em eficiência o solatenol (benzovindiflupir), ativo do grupo químico pirazol carboxamida – presente nas soluções da Syngenta ELATUS®, ALADE® e MITRION® – aplicado ao longo do estádio vegetativo (até no máximo 25 DAE), inclusive no pré-fechamento das entrelinhas, em associação com os outros fungicidas já planejados no calendário de aplicações para o controle de doenças da soja, como ferrugem-asiática e doenças de final de ciclo (mancha-parda e cercosporiose). 

Sojicultores que estão tendo que lidar com o quebramento das hastes e a podridão dos grãos e das sementes e querem se planejar para a safra 2023/24 devem cuidar para não desconstruir o manejo necessário para o controle de manchas foliares, cuja pressão também se tem mostrado elevada.

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Fungicidas para podridão das vagens e quebramento da haste da soja

Para a safra 2023/24, é preciso pensar em um manejo integrado (desde o preparo do solo para plantio direto até a escolha da tecnologia de aplicação e a calendarização dos produtos) que contemple esse novo cenário de doenças – a partir do que já se sabe até agora sobre a melhor maneira de mitigar os danos – sem negligenciar as demais doenças verificadas na área anteriormente.

Pensando em todos esses fatores e com o objetivo de amparar o sojicultor durante as próximas safras para evitar perdas por conta do quebramento da haste e da podridão de grãos e sementes, a Syngenta estudou a fundo quais soluções do portfólio de fungicidas poderiam entregar os melhores resultados de controle e já conseguiu o registro desses produtos para o manejo dos patógenos associados. 

Assim, o produtor tem as ferramentas certas para superar esse desafio e planejar as operações de aplicação com antecedência, cobrindo também o controle dessas duas novas ameaças. Para tanto, há muita satisfação em anunciar as três soluções legalmente registradas e com resultados efetivos no controle dos patógenos envolvidos nesse novo cenário de doenças.

Uma delas é ELATUS®, um fungicida reconhecido por sua excelente performance contra ferrugem, oídio, DFCs e antracnose, essencial para o manejo antirresistência e considerado a melhor opção para as primeiras aplicações, em virtude do efeito preventivo da carboxamida que faz parte de sua composição. Os outros dois compõem a dupla que confere consistência e potência para a soja, descritos mais detalhadamente a seguir.

Fungicida para soja é ALADE®

A combinação de três ingredientes ativos sinérgicos entre si faz ALADE®  ser conhecido como o melhor fungicida para a soja, pois entrega uma eficiência de controle surpreendente contra um amplo espectro de doenças. Assim, já é referência em alta performance e consistência no controle da ferrugem-asiática e das manchas foliares, especialmente antracnose e DFCs, com endosso de pesquisadores reconhecidos no segmento, que atestam que ALADE® protege a lavoura por completo.

Não por acaso, o fungicida ALADE® contém solatenol em sua composição, a pirazol carboxamida que foi identificada como eficiente em diminuir os danos causados pela podridão de grãos e sementes e pelo quebramento da haste da soja. Além disso, o produto entrega os seguintes benefícios:

  • Consistência: o melhor espectro de controle do mercado.
  • Máxima proteção: melhor efeito preventivo com solatenol.
  • Dupla ação sistêmica: sinergia entre dois triazóis seletivos e de alta performance.
  • Conveniência: formulação com a tecnologia Empowered Control, que eleva o controle.

O posicionamento de ALADE® deve ser feito no estádio reprodutivo da cultura, entre a floração e o enchimento de grãos, coincidindo com o melhor momento para mitigar os danos causados pela anomalia da soja e o quebramento da haste. Mais informações devem ser consultadas na bula de ALADE®.

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Potência contra as doenças da soja

Outro fungicida estratégico para obter alta performance de controle contra as principais doenças da soja, também composto pela pirazol carboxamida solatenol, é MITRION®. A combinação única com protioconazol foi criada para atender às necessidades de agricultores que buscam novos patamares de produtividade, potência e versatilidade no tratamento da soja.

Com MITRION® é possível alcançar os seguintes benefícios:

  • Combinação inovadora: os dois ativos mais potentes do mercado.
  • Máxima potência: controle superior contra manchas e ferrugem.
  • Controle superior: melhor efeito preventivo e curativo.
  • Conveniência: formulação com tecnologia Empowered Control, que eleva o controle.

O fungicida MITRION® deve ser posicionado também durante o estádio reprodutivo, blindando a soja contra as doenças e contribuindo para diminuir os efeitos negativos do quebramento das hastes da soja e da podridão dos grãos e das sementes. Mais informações devem ser consultadas na bula de MITRION®.

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Por que é importante optar por fungicidas para soja com solatenol?

Ao longo deste artigo, foi possível entender resumidamente tudo o que já foi descoberto sobre o novo cenário de doenças e fungos identificados na soja há alguns anos, na região central do Brasil, e que vêm espalhando-se cada vez mais, causando grandes perdas para os produtores, além de prejuízos financeiros. 

A Syngenta, como líder de pesquisa e desenvolvimento no setor agrícola, protagonizou estudos que permitiram avançar na identificação da causa e da solução de ambas as problemáticas que até então estavam irresolutas. Assim, o sojicultor tem alternativas de manejo que podem mitigar os danos. 

Por isso, foram apresentados os fungicidas ELATUS®, ALADE® e MITRION®, cuja composição demonstrou bons resultados contra o quebramento da haste da soja e a podridão de grãos e sementes durante os testes desenvolvidos. Com a obtenção dos primeiros registros para manejar o problema a partir desses três produtos, é possível criar um plano de aplicação que também englobe ambas as doenças para a safra 2023/24. 

No entanto, não paramos por aí. Ainda há muito o que se descobrir sobre esses novos desafios para a sojicultura, e seguiremos investigando em busca de aprimoramentos na proteção da atividade agrícola brasileira. 

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.

Acesse o portal Syngenta e confira a central de conteúdos Mais Agro para ficar por dentro de tudo o que está acontecendo no campo.

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