O desenvolvimento da agricultura nacional nas últimas décadas faz o Brasil estar entre os principais países produtores do mundo. A soja, por exemplo, movimenta não só a economia do planeta, como também é o grão mais produzido e exportado do nosso país, impactando positivamente no PIB (Produto Interno Bruto). No entanto, para atingir alta produtividade, o produtor precisa superar um dos grandes desafios da lavoura que compromete o desenvolvimento da cultura: o complexo de doenças.

As plantas da soja podem ser afetadas pela incidência de patógenos na lavoura, diminuindo a produtividade e aumentando os custos de produção. Para evitar que esse problema atinja a cultura, é importante que o produtor conheça as principais doenças, saiba identificá-las no campo e faça o manejo adequado, evitando prejuízos.

Essa não é uma tarefa simples, uma vez que a cultura da soja sofre com o ataque de diversas doenças, como a ferrugem e as chamadas DFCs (Doenças de Final de Ciclo). Embora sua identificação seja mais fácil no final do ciclo da soja, os patógenos podem atacar a cultura em todos os estádios, demandando o uso de fungicidas flexíveis e com amplo espectro de ação durante o cultivo.

Quais as principais doenças do complexo?

Os fungos estão presentes na lavoura de soja em diversos momentos do cultivo e alguns sintomas só são percebidos quando o prejuízo econômico já tomou grandes proporções.

No início de uma safra, é importante identificar como as condições do ambiente podem favorecer o aparecimento de patógenos, monitorar as plantas constantemente e, ao menor sinal de ataque, saber introduzir as ferramentas necessárias para o controle.

Além disso, como as DFCs também podem incidir em outros momentos do desenvolvimento da cultura, é necessário conhecer as principais doenças desse complexo, realizando sempre o manejo preventivo na lavoura.

Veja quais são as principais doenças da soja:

Ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi)

A ferrugem asiática é a doença de maior importância na cultura da soja e a mais preocupante entre os produtores, visto que os prejuízos são enormes, podendo afetar até 90% da produção se as práticas de manejo não forem realizadas corretamente.

A ameaça atinge qualquer estádio de desenvolvimento da cultura e incide em todas as regiões produtoras do Brasil, levando à perda precoce de folhas que comprometem também a formação dos grãos.

Ferrugem asiática

Crestamento foliar ou mancha-púrpura (Cercospora kikuchii)

É uma doença que atinge todas as regiões produtoras do país, mas o patógeno desenvolve-se de forma mais rápida em locais quentes e úmidos. Prejudica principalmente as folhas da soja, mas, em casos severos, alcança também as vagens e os grãos, provocando manchas de cor púrpura que comprometem a qualidade da cultura.

Além disso, o patógeno pode permanecer nos restos culturais e ser carregado pelas sementes, propagando-se nos cultivos sucedentes e nas lavouras próximas.

Crestamento foliar

Mancha-parda (Septoria glycines)

A mancha-parda é uma das primeiras doenças que aparecem na lavoura nos estádios iniciais, sendo os sintomas observados nas folhas primárias. O ataque do patógeno é caracterizado por lesões circulares na coloração vinho e que, à medida que evoluem, tornam-se necróticas.

Mancha-parda

Antracnose (Colletotrichum truncatum)

A antracnose é uma doença considerada de fim de ciclo que pode afetar a fase inicial de formação das vagens, incidindo, principalmente, em locais com altas temperaturas e grande volume de precipitações.

O fungo pode sobreviver em restos culturais ou em sementes infectadas, que podem dar origem à doença na lavoura, podendo ocasionar a morte das plântulas durante o processo de germinação ou causar necrose dos cotilédones, o que resulta no tombamento das plantas.

Antracnose

Colocar em prática um manejo consciente que reúna diversas práticas agrícolas, além da utilização de fungicidas com diferentes mecanismos de ação, e rotacionar grupos químicos, traz bons resultados de controle do complexo de doenças da soja.

Por conta das inúmeras doenças que podem atingir a lavoura de soja e a severidade com que podem prejudicar a produtividade, é necessário que o produtor escolha ferramentas potentes e flexíveis para o complexo de doenças, uma vez que elas aparecem em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura.

Fungicida multipotente para controle de doenças da soja

Pensando no melhor controle de doenças, a Syngenta desenvolveu Cypress, fungicida multipotente e flexível que pode ser posicionado em diversos momentos da cultura, como:

  • No período vegetativo, em regiões onde existe maior risco de ocorrência de ferrugem;

  • Nas últimas aplicações, quando é ferramenta principal, sempre com a adição de multissítios, como Bravonil 720 – o melhor multissítio do mercado, eficiente contra o complexo de doenças da soja.

Diante disso, vale destacar que Cypress em combinação com Bravonil proporciona uma excelente performance contra o complexo de doenças, com grande destaque para doenças de difícil controle como a cercosporiose.

Multipotência em todos os estádios da soja

Cypress conta com dois potentes triazóis (Ciproconazol e Difenoconazol) em sua formulação, de maneira a apresentar versatilidade para ser usado em qualquer momento do ciclo da cultura.

Com atividade preventiva e curativa, o Ciproconazol tem alta eficiência contra a ferrugem, uma vez que a quantidade do ingrediente ativo contido em Cypress é capaz de proporcionar altos níveis de controle da doença. Já o Difenoconazol é um ativo conhecido para o controle do complexo de manchas, oídio, DFCs (Doenças de Final de Ciclo, como a cercosporiose) e antracnose.

Entre os principais diferenciais do fungicida multipotente da Syngenta estão:

  • Eficiência: combinação de dois triazóis com alta sinergia;

  • Versatilidade: tem excelente resultado ao ser associado com outros fungicidas ou no seu uso como principal produto para as últimas aplicações;

  • Flexível: facilidade de uso e conveniência para ser aplicado em qualquer etapa do ciclo da cultura;

  • Amplo espectro: controle eficaz das principais doenças da soja.

Com inovações tecnológicas que contribuem cada vez mais para a sanidade da lavoura e com foco no máximo potencial produtivo, a Syngenta está lado a lado do produtor com um portfólio completo de produtos que auxilia o manejo do campo durante todo o ciclo da cultura.

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, com o objetivo de impulsionar o agronegócio brasileiro com qualidade e inovações tecnológicas.

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Redação Mais Agro