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Controle de pragas no momento ideal protege a lavoura de cana

Adotando medidas de controle eficientes, é possível atingir o máximo potencial produtivo do canavial e valorizar a qualidade da matéria-prima.

Publicado 11-11-2021 17:29:25

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Lavoura de cana-de-açúcar

Embora o produtor de cana-de-açúcar tenha bons retornos com a cultura, as condições climáticas enfrentadas em 2021, como seca e geada, irão afetar a capacidade produtiva da lavoura.

Segundo informações do adido agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), publicadas no Canal Rural, a produção total de açúcar no Brasil para 2021 e 2022 está estimada em 39,92 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 5% em relação à safra anterior, quando foi registrada a produção de 42,05 milhões de toneladas.

Infelizmente, não há como prevenir ou reverter as perdas neste período. No entanto, o produtor pode tomar providências para proteger a plantação daqui para frente, tendo em vista a incidência de mais um fator capaz de prejudicar a lavoura: a infestação do canavial pela cigarrinha-das-raízes.

Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata)

Cigarrinha-das-raízes

A cigarrinha-das-raízes é encontrada em praticamente todas as regiões canavieiras do país. O macho possui cor avermelhada e faixas pretas longitudinais no dorso, enquanto a fêmea da espécie tem cor marrom-escura.

Considerada uma das principais pragas da cana-de-açúcar por conta dos danos que causa à cultura, sua presença pode comprometer cerca de 60% da produção, uma vez que as cigarrinhas começam a afetar a lavoura já nas primeiras fases.

As ninfas sugam a seiva da raiz, dificultando o transporte de água e de nutrientes, o que prejudica o desenvolvimento da cultura.

Quando adultas, as cigarrinhas vivem na parte aérea da planta, sugando os colmos. Nesse processo, injetam toxinas nas folhas, que adquirem manchas amareladas e tornam-se avermelhadas posteriormente. Essas manchas afetam a capacidade fotossintética da planta e, consequentemente, o conteúdo de sacarose nos colmos.

Todos esses efeitos negativos podem interferir na qualidade da matéria-prima, impactando o desenvolvimento industrial com o aumento de contaminações na cultura, redução da fermentação e recuperação de sacarose.

O momento ideal para realizar o controle

Com a chegada da primavera, aumenta a temperatura e a umidade, formando as condições ideais para o desenvolvimento da cigarrinha-das-raízes.

O ciclo vital do inseto inicia-se com o período de chuvas. Além disso, a palhada resultante da colheita da cana ajuda a preservar a umidade do solo, criando um ambiente propício para a proteção e a multiplicação da M. fimbriolata.

A infestação de cigarrinha-das-raízes é identificada pela presença de uma espuma esbranquiçada, semelhante à espuma de sabão, na base da touceira. É nesse local que as ninfas permanecem. Sem umidade, a formação da espuma é prejudicada, o que leva à morte das ninfas.

Vale lembrar que as geadas do inverno não são capazes de eliminar as cigarrinhas. Ou seja, essa ocorrência climática não dispensa o produtor da necessidade de controlar a praga, como nos informa Adriano Mastro, do Departamento Técnico de Mercado da Syngenta.

Assim, o melhor momento para começar o monitoramento é 20 dias após a primeira chuva. Essa verificação pode ser feita com a contagem das ninfas e a retirada da palha ou com o uso de armadilha luminosa para a captura dos adultos.

Também é nesse período que ocorre a eclosão dos ovos da cigarrinha. Portanto, trata-se do timing ideal para aplicar uma solução capaz de controlar as primeiras gerações da praga.

O manejo no momento correto evita os primeiros ataques das ninfas às plantas, possibilitando o desenvolvimento da lavoura em seu pleno potencial. Caso as ninfas consigam iniciar a retirada da seiva, a colheita já começa a sofrer as primeiras perdas, com prejuízos irreversíveis.

Como a Syngenta ajuda a proteger o canavial?

Sabendo desse problema enfrentado em todas as regiões produtoras de cana-de-açúcar no Brasil, a Syngenta desenvolveu Actara, um inseticida que oferece alta eficiência no controle da cigarrinha-das-raízes, evitando os danos provocados pela praga a partir da primeira aplicação.

O uso de Actara no período adequado reduz a necessidade de outras pulverizações, pois o produto contém efeito residual e de ação sistêmica.

Além disso, podemos destacar os seguintes benefícios do produto:

  • Efeito bioativador: melhora o desenvolvimento da planta, aumentando a resistência do canavial às adversidades climáticas e protegendo o potencial produtivo;

  • Consistência de controle: alta eficácia e longo residual;

  • Rentabilidade: protege a produtividade da lavoura;

  • Flexibilidade: o único permitido em todas as modalidades de aplicação.

Usando Actara, você poderá ter um melhor retorno financeiro com a cultura, diminuindo as perdas em produtividade de sua lavoura.

Aproveite para conhecer as demais soluções de Syngenta voltadas para a cana-de-açúcar, acessando o nosso portfólio completo.

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, com o objetivo de impulsionar o agronegócio brasileiro com qualidade e inovações tecnológicas.

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